quarta-feira, 9 de junho de 2010

A rua

Numa aldeia, perto de um rio de agua cristalina, mas que durante a noite tao escuro como a escuridão; sobre essas margens andava, corria e olhava, atentamente sobre esse rio a agua que por ali vinha e ia, andava e corria parava e olhava, Joana, de cabelos longos e escuros, de olhos castanhos esverdiados, dotada de uma personalidade forte, era corajosa, forte e confiante de si mesma, nada nem ninguem poderia mudar a sua maneira de ver o mundo, tao belo e calmo em seu redor.
A aldeia onde ela habitava, era rodeada, por enormes, vastos hectares de pinhal, vegetaçao densa, por vezes tao densa, que os caminhos marcados e pisados perdiam.se entre a vegetaçao da natureza; á noite, a rua onde ela morava tornava.se tao escura, com apenas duas luzes a iluinar aquela pequena e estreita rua, de noite sem ninguem aquela rua tornava.se sombria, tornava.se o caminho de algo que ninguem conhecia, era o caminho de algo sem vida sem alma.
Ninguem circulava á noite naquela estrava, aldeia pacata mas estranha, como se algo por ali andasse mas ninguem daquilo falasse.
Por vezes joana, tinha de ir de sua casa ate a casa da sua avó entregar recados da sua mae, certa noite enquanto atravessava a rua, para a casa da sua avo, uma enorme corrente de ar frio ali se instalou, as luzes da rua piscavam, como se algo interferice com a rede electrica, a vento soprou forte mas uma unica vez; ela rapidamente se meteu em casa da sua avo, com receio de algo, que a arrepiava por dentro, um arrepio na espinha, um arrepio frio e estranho; mas passou, ergueu a cabeça como se nada fosse e seguiu o seu caminho, sem saber que algo a observava.
Sua mae gravida, ja no final do ciclo de gravides, dá á luz um menino, ao meio dia, hora a que se dizia ser uma hora má para andar na rua, tal como a meia noite, horas más para se andar na rua, horas em que sabe.se la o que por ai anda, hora em que o mais inacreditavel está á espreita, á espreita de nós, mas nao vemos nem nos apercebemos, mas estao la, estao por detras de tudo aquilo que vemos, estao para alem da nossa imaginaçao e mentalidade; Pedro dá á luz, ao meio dia sem ninguem saber ou ver, ou sequer se aperceber, três irmas, horrendas,; três almas perdidas, vagabundas neste mundo, alimentavam.se de almas ferteis, almas novas e recem nascidas, davas.lhe mais poder mais capacidade sobre aquilo que faziam.
Certa tarde, naquela aldeia, na casa de joana, seu irmao, tao pequeno e fragil desaparece, o seu berço vazio, a sua mae em agonia e sofrimento, poois ninguem sabia do tao pequeno i fragil pedro, onde estaria ele, todos se perguntavam, todos procuravam...a nite caiu, fria e sombria, a mae de joana, triste, cheia de agonia e dor, punha as maos na cara sem saber o que fazer.
Joana sem saber porque, sente um arrepio, as luzes da casa piscaram, o ar ficou frio, ela com medo, com receio, triste por ninguem saber do seu irmao, decide abrir a porta da casa, que dava acesso á aloja, onde seu avo guardara barris de vinho, objectos do quotidiano do campo, enchadas, raçao para os animais.. joana acendeu a pequena luz que aquele local dispunha, nao dava para muito, a escuridao parecia ter.se apoderado do local, ela decide procurar seu irmao ali, na escuridao, no meio do impossivel..ela decide aproximar.se de umas tinas que ppor ali estvam, ouvia ruidos, de ratos que por ali estavam... ela afasta as tinas os ratos fogem pela escuridao fria, ela ve o cadaver do seu irmao estendido pelo chao, com marcas das dentadas dadas pelos ratos, cheio de picadas na barriga, ainda com algumas agulhas la entranhadas, ela envolveu.se em lagrimas seu corpo paralisou.se, ficando em estado de choque, ela agarrou nele virou.o, nas costas dele estavam marcados simbolos, parecia ter sido alvo de um ritual, sua avo apareceu por tras, tirou.lhe o seu irmao das suas maos, e levou.o, ela ficou ali, apagada do mundo, com as suas maos cheias de sangue, agora o mundo ja nao era belo, nem calmo, agora era triste vazio e sombrio. Sua bisavo viu o seu pobre neto, olhou e disse, que a ultima vez que um caso destes tinha acontecido tinha sido á vinte e cinco anos, por tres irmas que tinham feito o mesmo, mas que de seguida se tinham suicidado no meio do pinhal, que na escuridao envolvia aquela pobre aldeia.
Os dias de joana e sua familia trnaram.se vazios, tristes, ja nao foram a mesma coisa sem o seu pequeno irmao.

3 comentários:

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